50 anos depois do 25 de abril, e apesar de no dia 10 de junho se ter passado a celebrar Camões, como um poeta cosmopolita, associando-o à diáspora portuguesa, há quem continue a associar o poeta ao dia da Raça, tal e qual o regime ditatorial, de Salazar e Caetano, o tentou consagrar.
Falta o Amor Ardente, na trilogia das desventuras. "Erros meus, má Fortuna, Amor ardente em minha perdição se conjuraram; Os erros e a Fortuna sobejaram, Que para mim bastava Amor somente".
Falta o Amor Ardente, na trilogia das desventuras. "Erros meus, má Fortuna, Amor ardente em minha perdição se conjuraram; Os erros e a Fortuna sobejaram, Que para mim bastava Amor somente".
Obrigado.
Abraço
“é só Má fortuna e erros mеus”.
"Será? Será que os pacotes laborais impostos pelo governo da AD e pelas associações patronais não têm nada a ver com isso?"
Cá está a dúvida metódica de Descartes, adotada como meio de chegar à certeza! No doubt!