No último texto publicado neste blogue, aleguei que uma primeira zona de estrangulamento do sistema de formação contínua dizia respeito ao modo como a estratégia de financiamento dos CFAE constituía um instrumento utilizado pelos governos para transformar estas entidades em executores dos programas de formação concebidos pela Administração Central.
É um desafio que tem de ser enfrentado. Não é fácil. Os constrangimentos a que os CFAE estão sujeitos são muito diversos. A postura dos seus diretores também. O que necessitamos é conferir visibilidade a essa problemática. Temos de reconhecer que é das mais complexas e que tem vindo a ser marginal às medidas de política educativa que têm vindo a ignorar essa problemática que, de algum modo, é a problemática central da autonomia das escolas. Mesmo o PAFC ficou pelas dimensões curricular e pedagógica, dissociando-as da dimensão da gestão e da cultura organizacional das escolas. Abraço
E ainda, se não como estrangulamento, mas como empobrecimento da bolsa de formadores, porque razão alguns Centros dispensam formadores acreditados quando se aposentam, e portanto mais disponíveis, alegando não lhes poder pagar? Até o ME paga a aposentados que queiram voltar às escolas na falta de professores!...
Para que os CFAE "possam ser o que ainda não são: instâncias responsáveis pela dinamização local de formação e desenvolvimento profissional dos professores relacionados com um dado território, a partir das sinergias que podem estabelecer com as escolas associadas", os próprios Centros têm que querer conquistar essa autonomia e fortalecer a relação com os territórios educativos que servem e as necessidades formativas que estes identificam. Os conselhos pedagógicos, por seu turno, precisam fazer opções sustentáveis, em vez de projetinhos a la carte. No Encontro organizado pela Rede de Formadores para a rede de Escolas Includ ed, em set passado, uma das conclusões pertinentes consistia na necessidade de que os CFAE agissem como agentes congregadores e apoiantes da rede regional destes estabelecimentos de ensino, proporcionando o reforço mutuo tão necessário onde eles estão dispersos, quando o Ministério e a DGE" lavaram daí as suas mãos", desinvestindo paulatinamente. Contudo, não conheço iniciativas nesse sentido.
É um desafio que tem de ser enfrentado. Não é fácil. Os constrangimentos a que os CFAE estão sujeitos são muito diversos. A postura dos seus diretores também. O que necessitamos é conferir visibilidade a essa problemática. Temos de reconhecer que é das mais complexas e que tem vindo a ser marginal às medidas de política educativa que têm vindo a ignorar essa problemática que, de algum modo, é a problemática central da autonomia das escolas. Mesmo o PAFC ficou pelas dimensões curricular e pedagógica, dissociando-as da dimensão da gestão e da cultura organizacional das escolas. Abraço
Vou-me informar se isso é possível. Depois dou notícias.
E ainda, se não como estrangulamento, mas como empobrecimento da bolsa de formadores, porque razão alguns Centros dispensam formadores acreditados quando se aposentam, e portanto mais disponíveis, alegando não lhes poder pagar? Até o ME paga a aposentados que queiram voltar às escolas na falta de professores!...
Para que os CFAE "possam ser o que ainda não são: instâncias responsáveis pela dinamização local de formação e desenvolvimento profissional dos professores relacionados com um dado território, a partir das sinergias que podem estabelecer com as escolas associadas", os próprios Centros têm que querer conquistar essa autonomia e fortalecer a relação com os territórios educativos que servem e as necessidades formativas que estes identificam. Os conselhos pedagógicos, por seu turno, precisam fazer opções sustentáveis, em vez de projetinhos a la carte. No Encontro organizado pela Rede de Formadores para a rede de Escolas Includ ed, em set passado, uma das conclusões pertinentes consistia na necessidade de que os CFAE agissem como agentes congregadores e apoiantes da rede regional destes estabelecimentos de ensino, proporcionando o reforço mutuo tão necessário onde eles estão dispersos, quando o Ministério e a DGE" lavaram daí as suas mãos", desinvestindo paulatinamente. Contudo, não conheço iniciativas nesse sentido.