Neste texto abordam-se as duas visões sobre a mente que, de acordo com Jerome Bruner (2000), se têm vindo a establecer, no campo da Psicologia, desde a revolução cognitiva: a abordagem computacionalista e a abordagem culturalista.
A evidência de que a abordagem computacional - e também a estritamente escolar - abarca um contingente delimitado e não impulsiona processos cognitivos fecundos, está patente na multiplicidade de lugares e gentes onde e com quem a nossa aprendizagem se processa. O professor não tem mesmo o monopólio do processo de aprendizagem (também nos diz Bruner) e não adianta vivermos na ilusão “de que deveríamos ser capazes de descobrir algo sobre como ensinar de forma mais eficiente (...)"a partir tão só do que o professor tem como conhecimento curricular/didático. A diversidade de links com inteligências culturais várias numa escola "sem muros" será então o desafio a aceitar.
A evidência de que a abordagem computacional - e também a estritamente escolar - abarca um contingente delimitado e não impulsiona processos cognitivos fecundos, está patente na multiplicidade de lugares e gentes onde e com quem a nossa aprendizagem se processa. O professor não tem mesmo o monopólio do processo de aprendizagem (também nos diz Bruner) e não adianta vivermos na ilusão “de que deveríamos ser capazes de descobrir algo sobre como ensinar de forma mais eficiente (...)"a partir tão só do que o professor tem como conhecimento curricular/didático. A diversidade de links com inteligências culturais várias numa escola "sem muros" será então o desafio a aceitar.